Um dos momentos mais empolgantes de um projeto de arquitetura corporativa é a seleção das mobílias para o local. Dado que, os clientes têm a possibilidade de participar de forma mais ativa, indicando suas necessidades e preferências.

Ainda assim , nem sempre existe um alinhamento apropriado entre os clientes e o arquiteto, resultando em propostas questionáveis, quando não, trágicas.

Os imóveis corporativos dispõe de uma influência direta sobre a produtividade e experiência dos usuários.

A atenção voltada para o espaço de trabalho se apresenta de forma direta no rendimento dos ocupantes. Por essa razão nunca pode ser negligenciado. E por mais que não sejam muitas alterações no ambiente, é sempre válido procurar por um profissional do assunto, como um especializado em Arquitetura Corporativa.

Nos dias atuais, na indústria corporativa, existe uma longa lista de opções em mobiliário desse tipo, o que, várias vezes, pode ocasionar na perda de foco em relação às possíveis soluções que realmente interessam.

Erros que podem colocar a produtividade abaixo

Erros que podem colocar a produtividade abaixo

Estilos, novas tecnologias, materiais, preços, entre outras coisas, pode causar encantamento no usuário, que precisa entender quais os fatores analisar para acertar no hora da escolha.

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Provedores reconhecidos podem ser usados como parâmetro nesse momento. Além de determinar níveis apropriados de qualidade, eles fornecem quais os melhores recursos e tendências que poderiam passar sem ser notados.

De qualquer forma, não se deve agir por impulso nesse momento, o ideal é manter a calma para não fazer a escolha errada. Alguns objetos podem ser lindos e encantadores no local de compra, mas não significa que são a melhor opção para o seu caso.

Apontaremos mais sobre o assunto e citaremos, em seguida, os principais erros para evitar na hora de determinar esses elementos tão necessários a empresa.

A importância do mobiliário para o escritório

As nossas equipes trabalham, pelo menos, 8 horas dentro do escritório. Por isso, o seu vínculo com o ambiente de trabalho é íntimo e não somente profissional, como o pessoal também.

Além dos contratempos e desafios do trabalho, os colaboradores necessitam lidar diariamente com a suas vivências e emoções particulares, lição essa que pode, ou não, ser simples.

Contudo, o ideal é planejar a melhor maneira para oferecer a melhor experiência possível a essas pessoas, com o intuito de aumentar a motivação e disposição diante das desafios diários, identificar talentos e criar um bom clima organizacional, além de proporcionar mais saúde. E não, não foi um erro de digitação, qualquer lugar que envolver seres humanos deve preservar pela sua saúde física, emocional e psíquica. Inclusive, o mobiliário para escritório tem total relação com isso, em virtude de estar ligado diretamente com a ergonomia.

Sem a orgonomia, os usuários podem demonstrar dores nos olhos, nas pernas, na cabeça e nas costas. Por Fim, o corpo inteiro pode sofrer possíveis implicações e, por consequência, a saúde psicológica também. O estresse, por exemplo, é o sintoma mais evidente e comum nesse caso.

Além do que, os móveis, a decoração apresenta também o conceito da marca, do negócio, ou melhor, a identidade da empresa, que necessita, acima de tudo no escritório, estar bem esclarecida.

Erros que podem colocar a produtividade abaixo

Erros que podem colocar a produtividade abaixo

Podemos por fim dizer que, o escritório é a casa da marca da nossa empresa, isto é, ela deve apresentar de maneira encantadora, potencializada e, acima de tudo, coerente.

Os móveis fazem parte de toda esse projeto, por essa razão, a sua linguagem visual precisa estar em total sintonia com a aparência da corporativa.

Agora que você sabe bem da sua importância, que tal prestar atenção nestes erros que nós listamos para você?

1 – Não analisar a ergonomia

Não lembrou de fazer o teste de móveis como cadeiras e mesas? Calma, vamos abrir a porta das soluções para as possíveis complicações.

É importante lembrar que, ao se sentar, os joelhos precisam ficar em um ângulo de 90º com relação a cintura. Os pés precisam estar completamente apoiados no chão e a posição da cabeça, por exemplo, precisa estar inclinada em uma altura certa para olhar para a tela de um computador.

Lembre-se de sempre avaliar cada tipo de acordo a sua função para que será direcionado. As regulagens são excelentes meios, uma vez que possibilitam alterações nesse sentido, conforme cada modelo de corpo.

2 – Considerar apenas as tendências

Várias vezes, com o objetivo de dar um visual e ar mais contemporâneo, acaba-se optando por escolhas do mobiliário para empresas a partir das tendências atuais no mercado. No entanto, esse é um grande risco.

O que realmente importa é realizar a escolha dos móveis de acordo com um estudo pensado e planejado dentre as principais necessidades da empresa e da sua equipe. As particularidades da marca, a sua identidade também precisa ser considerada nesse ponto.

Cuidado com as tendências

Cuidado com as tendências

De forma contrária, logo depois que a tendência passar, o local pode ficar com uma aparência defasada, desatualizada e sem identidade e o que é pior, não atender de forma correta as questões de ergonomia.

3 – Esquecer de verificar as medidas dos móveis

Esquecer de mensurar os mobiliários que poderão vir a ser selecionados para o seu escritório pode ser um grande erro, e que poderá causar muita frustração.

Tente imaginar, por exemplo, que um certo móvel tem o design e a cor exatamente do jeito que você queria para o seu ambiente de trabalho. Porém, no momento de colocá-lo no lugar pensado, você não consegue passá-lo pela porta. Ou, por causa do seu tamanho, acaba impossibilitando a passagem. Além da possibilidade de ficar sozinho em um lugar que tem as medidas muito maiores que a sua.

Pois é, algo muito complicado, mas que pode ser simples e fácil de evitar. O único dever é verificar as medidas exatas de cada móvel e chegar às dimensões do espaço, ou você mesmo pode medir utilizando uma fita métrica.

4 – Pensar a curto prazo

Com vontade de acelerar o procedimento e fechar logo o projeto, ou até diminuir custos, muitas organizações preferem optar por resultados de caráter “provisório”. Dessa forma, deixam de enfatizar pela qualidade só para verem algo que entende-se como acabado e belo.

Mas tome cuidado! Depois de pouco tempo, será preciso realizar novos investimentos para mudar elementos que podem trazer complicações, inclusive, antes mesmo do tempo previsto. Os custos podem ser ainda maiores do foi planejado pela necessidade de um novo projeto de interiores.

E aí será que você já identificou algum destes casos? Compartilha com a gente nos comentários!